Lugares ambivalentes: o espaço vivido de jovens urbanos em cidades fronteiriças
DOI:
https://doi.org/10.7764/EURE.50.150.04Palavras-chave:
periferia urbana, violência, segregaçãoResumo
A espacialidade da juventude urbana constitui o interesse central deste trabalho, principalmente a forma como vivenciam os espaços de vivência que constituem o seu quotidiano, através da identificação e qualificação de lugares de gozo, sofrimento, segurança e insegurança. Para isso, foram realizados grupos de discussão de homens e mulheres que cursam o ensino médio em escolas públicas localizadas em áreas urbanas com desvantagens sociais em Tijuana e Mexicali no México, aos quais foi solicitado que desenvolvessem uma cartografia com quatro tipos de lugares: onde eles se divertem, onde não se divertem, onde se sentem protegidos e onde se sentem em risco; bem como as razões para tais situações. Como resultado do exposto, obteve-se um inventário de lugares com tonalidades afetivas opostas, que revelam algumas maneiras pelas quais os espaços de convivência dos jovens são afetados pelo contexto que habitam.
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